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História: Datsun

domingo, 29 de setembro de 2013

Datsun é uma marca de automóveis de propriedade da Nissan Motor Company. O ciclo de produção original da Datsun começou em 1931. De 1958 a 1986, apenas veículos exportados pela Nissan foram identificados como Datsun. Em 1986, a Nissan extinguiu o nome Datsun que viria a ser relançado em 2013 como marca de veículos de baixo custo fabricados para mercados emergentes. 
Antes da marca Datsun surgir, um automóvel chamado DAT foi construído em 1914, pela Kaishinsha Motorcar Works, no Distrito Azabu-Hiroo, em Tóquio. O nome do novo carro era um acrônimo dos sobrenomes das seguintes empresas parceiras: Kenjiro Den, Rokuro Aoyama e Meitaro Takeuchi. A empresa foi rebatizada Kaishinsha Motorcar Co. em 1918, sete anos após a sua criação e, novamente, em 1925, para DAT Motorcar Co.
Em 1931, DAT Motorcar Co. decidiu nomear o seu novo pequeno carro de "Datson", nome que indicava o pequeno tamanho do seu novo carro quando comparado aos maiores veículos da DAT já em produção. Quando Nissan assumiu o controle da DAT em ​​1934, o nome "Datson" foi alterado para "Datsun", primeiro porque "son" significa "perda" em japonês e segundo como forma de honrar o sol ("sun") representado na bandeira nacional.
A Nissan começou com a extinção progressiva da marca Datsun em Março 1986. A 20 de março de 2012, foi anunciado que a Nissan iria revitalizar a marca para uso na Indonésia, África do Sul, Índia e Rússia.

História: Peugeot

domingo, 28 de julho de 2013

A marca francesa Peugeot foi fundada em 1882 por Armand Peugeot. Começou como produtora de bicicletas, lançando-se na produção automóvel em 1890. O modelo criado nesse ano recorria a um motor Daimler.
A Peugeot foi a primeira marca a introduzir pneus de borracha na produção de automóveis.
Em 1896 construiu o seu primeiro motor, aplicando-o no modelo Type 15. Nesse mesmo ano, Armand Peugeot separou-se da firma familiar, construindo uma nova fábrica.
Em 1903 a Peugeot adicionou um motociclo à sua gama, passando a produzir motociclos desde então.
Durante a 1ª Guerra Mundial, a Peugeot voltou a sua produção para o armamento e veículos militares. Com o final da guerra, a marca separou-se em duas divisões: divisão de motociclos e bicicletas e a divisão automóvel, começando a apostar fortemente nesta.
Em 1929 lançou o modelo 201, o primeiro Peugeot a ser produzido em massa com suspensão frontal independente, sendo também o primeiro a utilizar a numeração com três dígitos. A Peugeot patenteou todos os números de 101 a 909, motivo pelo qual a Porsche foi forçada a alterar o nome do 901 coupé para 911, em 1963.
Com a chegada da grande depressão as vendas da Peugeot diminuíram drasticamente, mas mesmo assim sobreviveu. Em 1933, para surpreender introduziu um novo estilo, um automóvel com hardtop rebatível, sendo esta ideia utilizada mais tarde em outras marcas automóveis e também no Peugeot 206 cc.
Durante a II Guerra Mundial a Peugeot lançou os modelos 202, 302 e 402, modelos que apresentavam linhas mais arredondadas. Mas estes modelos não foram produzidos durante muito tempo, pois as fábricas da Peugeot foram fortemente bombardeadas. Em 1948, recorrendo às linhas de Pininfarina, a Peugeot voltou à produção, lançando o Peugeot 203.
Em 1958 a Peugeot aventurou-se no mercado Norte-americano.
Devido a um acordo proporcionado pelo governo francês, a Peugeot adquiriu a Citroën em 1975, dando origem ao grupo PSA (Peugeot Société Anonyme) cujo objectivo era manter a identidade de ambas as marcas, partilhando apenas os mesmos recursos técnicos. Nesse mesmo ano a Peugeot vendeu a Maserati à DeTomaso, que estava em poder da Citroën.
Em 1978, a Peugeot aproveitando-se da crise financeira que a Chrysler atravessava, adquiriu a sua divisão europeia. Mas este investimento mostrou-se um fracasso, resultando em perdas financeiras entre 1980 e 1985.
Em 1983 foi lançado o Peugeot 205, modelo ao qual se deve em grande parte a viragem nas vendas e na na filosofia da Peugeot, sendo que esta era considerada até então a mais conservativa das três marcas francesas. Desde então a Peugeot foi aumentando o seu volume de vendas, estabelecendo-se no mercado como uma das principais marcas automóveis.

História: Simca

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

SIMCA é a sigla da Société Industrielle de Mécanique et Carrosserie Automobile, fábrica de automóveis francesa fundada em Nanterre, em 1935 pelo empresário italiano Enrico Pigozzi.
Dos 204 000 veículos produzidos na França e 1936, 3,6% tinham a marca Simca, o que correspondia a 7 300 exemplares.
O primeiro modelo da empresa, o Simca 5, réplica quase idêntica da Fiat 500 Topolino, tinha motor dianteiro de quatro cilindros em linha de 569 cc, válvulas laterais e potência de 13 cv e custava apenas 9 900 francos.
Em 1937 Pigozzi lançou um novo modelo, baseado na Fiat 508 C/1 100, denominado Simca 8 com propulsor de quatro cilindros em linha de 1098 cc e potência de 32 cv.
A produção do Simca 5 atingiu o máximo de 14.194 exemplares em 1938, ano em que a produção total do Simca triplicou. O Simca 8 alcançaria seu recorde de produção após a II Guerra Mundial.
Ao fim de seus primeiros cinco anos de actividade que teve início em 1940, a Simca já tinha produzido quase 70 000 veículos e desfrutava de boa situação financeira.
Com a tomada da França pelos alemães, em Junho de 1940, a actividade da empresa diminuiu mas não sofreu paralisação total.
Terminado o conflito, a fábrica de Nanterre recomeçou a funcionar regularmente já em 1946 e nesse ano construiu quase 8 000 exemplares dos dois modelos de antes da guerra.
Nessa época Pigozzi elaborou os primeiros projectos de veículos Simca, mas a colaboração com a Fiat prosseguiu até 1949, época em que a firma lançou Simca 6, versão francesa da Fiat Topolino C. Paralelamente, continuava em constante aumento o ritmo de produção do Simca 8 e chegou aos 26 258 exemplares em 1950.
Em relação ao modelo original italiano, o Simca sofreu nessa época aumento de cilindrada e potência (passou a 1 200 cc e 40 cv), e em 1950 a Simca lançou também uma versão desportiva desse modelo, com potência de 52 cv.
Em 1951 estava pronto o primeiro Simca inteiramente francês, que deu início à completa autonomia da fábrica de Nanterre também no sector de projectos.
Batizado de Simca 9, o novo veículo tinha motor de quatro cilindros de 1221 cc e carroçaria de quatro portas, caracterizada por linhas modernas e elegantes.
O Simca 9 recebeu ainda outra denominação, com a qual se tornaria amplamente conhecido: Aronde, forma arcaica e poética de hirondelle ("andorinha").
Com seu propulsor de 45 cv, o Aronde atingia 130 em marcha suave e segura. O êxito imediato do novo modelo traduziu-se no extraordinário aumento de seu ritmo de produção, que rapidamente chegou a 100 000 unidades anuais.
Veloz, confortável e seguro, o Aronde revelou-se também muito robusto eficiente: em 1953 um exemplar de série, sem preparação alguma, rodou durante quarenta dias quarenta noites consecutivas na pista de Montlhéry, perfazendo um total de 100 000 km percorridos a uma média superior a 100 km/h .
No ano seguinte outro Aronde rodou 100 000 km num percurso que incluía diversas ruas de Paris sem apresentar qualquer defeito mecânico.
O extraordinário êxito do Aronde levou a fábrica a suspender a produção dos outros modelos e concentrar todo o seu potencial, a partir de 1952, na construção do novo veículo.
Pigozzi, que adquirira em 1951 as instalações da fábrica de camiões Unic e as da fábrica de tractores Semeca, comprou em 1954 a grande fábrica da Ford France em Poissy, onde se construíam dois modelos de características americanas, o Vedette e o Comète, ambos com motores V-8 de 2,2 e 2,3 litros.
Em 1958 a Chrysler adquiriu 15% das ações da Simca, e em 1961 todos os quatro cilindros - inclusive a nova versão de 1100 cc destinada exclusivamente ao mercado interno - receberam nova cambota com cinco mancais.
Em fins de 1961 a empresa lançou o 1000, pequeno quatro portas com motor traseiro de quatro cilindros.
Económico, confortável, de desempenho excelente para sua classe, o 1000 atingiu a marca de mais de 160 000 exemplares vendidos já em 1962.
A ele seguiram-se em 1963 as novas berlinas 1300 e 1500cc, veículos médios destinados a substituir o Aronde, do qual conservaram o motor dianteiro de quatro cilindros, a tração traseira e a robustez.
Ainda em 1963 a Chysler tomou-se accionista maioritária com 64% das acções.
A linha Simca sofreu novas modificações em 1967 com a apresentação do 1100, moderno sedan de tração dianteira, motor transversal e espaçosa carroçaria de quatro portas com traseira fastback.
Em 1968 já ocupava o primeiro lugar na produção da empresa, seguido de perto pelo 1000 que tinha chegado ao 1 000 000 exemplares em 1966, e pelo 1300/1500.
À série 1000 acrescentou-se em 1963 um coupê com carroçaria de Bertone, remodelado em 1967 como coupê 1200 S (82 cv DIN).
O Sim'4, modelo económico da série 1000 destinado ao mercado interno, tinha propulsor de 777 cc. O 1000 Special, exportado para vários países, recebeu o mesmo propulsor do 1100 de tracção dianteira. A série completava-se com o Rally e o Rally 2, versões desportivas de 1300 ce (60 e 82 cv DIN).
O 5 CV, da série 1100 e destinado ao mercado interno, recebeu o mesmo motor de quatro cilindros do  1000. Já o 1100 Special e TI tiveram motores de 1300 cc.
Em 1º de Julho de 1970 a empresa passou a denominar-se Chrysler France. Pouco depois a fírma lançava no mercado francês os primeiros modelos com a marca Chrysler: o 160 (1600 ce), o 180 (1800 cc) e o 2 litros. Os seus propulsores de quatro cilindros tinham comando de válvulas monoaxial no cabeçote e, apesar de não apresentarem desempenho excepcional, eram bastante robustos.
Confortáveis, seguros e de preço competitivo, os três primeiros modelos da Chrysler France em pouco tempo se impuseram no mercado europeu. Ainda em 1970 a Chrysler France absorveu outra fábrica automobilística francesa, a Matra.
Da unificação das atividades dessas duas empresas resultaram vários projetos de envergadura tanto na produção em série quanto na produção de carros de competição. Os potentes Matra-Simca desportivos de 3 litros venceram brilhantemente o Campeonato Mundial de Marcas por dois anos consecutivos em 1973 e 1974.
Entre os veículos de série teve especial destaque um modelo bastante original, o Bagheera de três lugares lado a lado, comercializado com a marca Matra-Simca pela rede de revendedores que a Simca havia formado.
Apenas com a marca Simca a Chrysler France lançou em 1975 os modelos 1307 e 1308, veículos médios cujo esquema de construção baseava-se no projeto do 1100 (tração dianteira e motor transversal).
Ambos receberam, porém, novos tipos de carroçerias, bem mais amplas e de linhas mais modernas.
Ao lado dos modelos anteriores (o 1301 e o 1501), o 1307 e o 1308 completaram a vasta linha de modelos da Chrysler France no setor dos veículos com cilindradas de 1000 a 1200 cc. O 1307, mais económico, recebeu o mesmo propulsor de 1300 cc do 1100 Special, e o 1308, com carroçaria igual, teve motor quatro cilindros de quase 1500 ce (165 km/h).

História: Autobianchi

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

A Autobianchi foi uma marca fabricante de automóveis italiana, criado pela Bianchi, Pirelli e Fiat em 1955.
A Autobianchi produziu uma pequena quantidade de modelos durante a sua vida, quase todos eles exclusivamente pequenos. Os Autobianchis eram mais caros do que os modelos semelhantes da Fiat uma vez que eram usados para testar conceitos novos e inovadores que mais tarde se encontrariam nos veículos tradicionais da Fiat, como por exemplo painéis em fibra de vidro e tracção dianteira.
Os modelos mais famosos Autobianchi incluem o A112 lançado em 1969, um hatchback pequeno, muito popular na Itália usado nas corrida, e que cessou a produção em 1986, bem como o Y10, que foi o primeiro carro a usar o novo motor Fiat FIRE (Fully Integrated Robotised Engine).
A Autobianchi foi comprada pelo grupo Fiat e integrada nas operações da Lancia. A marca sobreviveu na Itália até o fim da produção do Y10 em 1995.

Historia: Suzuki

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

A Suzuki é uma empresa japonesa, fabricante de automóveis e motocicletas. A Suzuki surgiu em 1955, com o lançamento do carro Suzulight, mas antes já se dedicava a fabricação de motos. Entre 1937 e 1939 chegou a ter um projeto para construção em massa de pequenos carros, mas que foi abandonado devido ao eclodir da Segunda Guerra Mundial.
O maior desenvolvimento da marca deu-se na década de 70, com o lançamento das diferentes versões dos modelos Fronte e principalmente do pequeno jipe Jimny, que passaram a ser exportadas para todo o mundo.
Em 1981 a Suzuki fez um acordo com a General Motors, dos EUA, para ter capacidade para enfrentar a crescente procura de pequenos carros. Assim, com a ajuda da Isuzu, lançou no mercado norte-americano o Chevrolet Sprint, que no Japão se chamava Suzuki Cultus. Dois anos mais tarde os modelos da marca japonesa passaram a ser comercializados nos Estados Unidos sob a designação Geo, mas o nome voltou a ser Suzuki em 1985, quando surgiu o Samurai. Trata-se de um todo-o-terreno de preço acessível que revolucionou o mercado dos carros de tracção integral. A Suzuki passou a ser uma marca de sucesso no mercado norte-americano, depois de toda a reputação que já tinha no Japão na construção de pequenos carros.
A marca alargou a sua gama em 1988 com o Swift GT, a que se seguiu em 1995 uma versão carrinho e posteriormente um utilitário económico, que fez grande sucesso. Os carros da Suzuki apresentam grande grau de confiabilidade.
A Europa foi também conquistada pela Suzuki através de modelos como os jipes Vitara e Jimny, assim como pelos ligeiros de passageiros Ignis, Liana e Wagon. A Portugal a Suzuki chegou no início da década de 80, conquistando uma posição importante no mercado. A Suzuki passou a vender quase dois milhões de automóveis por ano em todo o mundo, empregando cerca de 15 mil trabalhadores.

História: Honda

sábado, 15 de outubro de 2011

A marca japonesa Honda foi fundada em 1948 por Soichiro Honda.
Com o final da guerra o Japão ficou em ruínas, foi por isso necessário reconstruir o país incluindo os meios de transporte. Para isso, Soichiro Honda apresentou uma bicicleta com um motor proveniente de gerador agrícola a 2 tempos. Este veículo mostrou-se desde logo um sucesso devido aos baixos custos de produção e transporte. Quando o stock de motores se esgotou, Soichiro Honda desenvolveu o motor Type A que substituiria o anterior.
Em 1949 a Honda criou o Dream D-Type, um motor de 98 cc com 3 cv.
Em 1959 a Honda aventurou-se no mercado americano com a scooter C100 Super Cub. Este modelo passou a ser o veículo mais bem-sucedido de toda a história, vendendo 50 milhões de unidades em todo o mundo (nos anos 70 a Honda passou a ser o principal produtor de motociclos).
Em 1963 a Honda desenvolveu os seus primeiros automóveis: o T360 e o desportivo S500. O Honda S500 era um roadster com um motor de 492 cc que debitava 44 cv. Mas a filosofia dos motociclos era evidente, este modelo possuía um redline às 9500 rpm e transmissão às rodas traseiras através de um corrente, tal como nas motos.
A Honda teve dificuldade em entrar no mercado automóvel americano, o primeiro automóvel a ser importado foi o Honda N600 um pequeno utilitário de apenas 600 cc. Devido às suas pequenas dimensões o modelo foi um fracasso pois a população americana estava habituada a grandes automóveis com elevadas cilindradas.
Em 1972 a Honda lança o Civic, modelo um pouco maior que o N600, não deixando de ter pequenas dimensões. Devido à crise energética de 1973 o governo americano reformulou as leis para as emissões automóveis. Pelo que a introdução de catalisadores levou a um grande aumento no preço dos automóveis.
Em 1975 a Honda lançou o Civic com o novo motor CVCC (Combustão Controlada por Vortex Composto) este motor foi um marco na indústria automóvel, devido à sua excelente combustão. Este novo motor cumpria as leis de emissões sem necessitar de catalisadores. Devido à sua boa combustão, permitia realizar baixos consumos, pelo que permitiu que a Honda se estabelecesse no mercado americano.
Em 1976 a Honda lançou o Honda Accord, um modelo maior que o Civic que imediatamente agradou ao mercado.
Em 1986 a Honda criou uma nova divisão de luxo: a marca Acura. Sendo o seu primeiro modelo lançado o Acura Legend, com um motor de 2500 cc com 151 cv.
Em 1987 a Honda é a primeira marca a introduzir a direcção às 4 rodas (4WS), lançando-a no Honda Prelude.
Em 1989 a Honda lança aquele que é o seu motor mais conhecido: o VTEC. Este motor permite baixos consumos e elevada potência, recorrendo para isso a duas árvores de cames, uma menor para andamentos controlados e uma maior para elevada potência.
Em 1999 a Honda lançou o Honda S2000 um roadster com o motor atmosférico mais potente do mundo.
A Honda lançou em 2006 o novo Civic, um modelo que causou um grande impacto devido às suas linhas futuristas.
Recentemente a Honda passou a disponibilizar motorizações híbridas.

História: Nissan

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

A marca japonesa Nissan foi fundada em 1932 por Kenjiro Den, Rokuro Aoyama e Meitaro Takeuchi.
A história da Nissan remonta a 1914, altura em que a Kwaishinsha Motorcar Works lançou o primeiro automóvel DAT. Em 1918 a firma alteraria o seu nome para Kwaishinsha Motorcar Co., altura em que a empresa lançaria os primeiros camiões DAT, para fins militares. Em 1925 voltaria a alterar o seu nome para DAT Motorcar Co. e um ano mais tarde devido às fracas vendas dos seus camiões, começava uma longa série de fusões, entre elas a recém criada Nissan que viria a ter total controlo da DAT em 1933.
Em 1931 é lançado um novo automóvel, chamado Datson, mas em 1933 esse nome seria alterado para Datsun sob o domínio da Nissan.
Pela altura da II Guerra Mundial, a Nissan produzia motores, camiões e aviões para o exército japonês, o que levou a tornar-se numa das principais empresas japonesas.
Tendo como plano ter acesso a nova tecnologia e novos métodos de produção, a Nissan chegou a acordo com a Austin em 1952 para a produção dos seus automóveis. Com a experiência alcançada com a produção de automóveis Austin, a Nissan desenvolveu novos motores para os Datsun, os novos motores começaram a ser incorporados no Datsun 510 e mais tarde em 1970 no desportivo Datsun 240Z. Com as novas linhas e novos motores os automóveis Datsun alcançaram um bom volume de vendas.
Em 1966 a Nissan fundiu-se com a Prince Motor Company, passando a produzir sob seu nome o conhecido Nissan Skyline. Este modelo tornou-se num dos automóveis mais conhecidos de sempre da Nissan. Pela sua elevada potência e tracção traseira, tornou-se num dos automóveis preferidos de muitos pilotos de drifting.
Com a crise petrolífera de 1973, a Nissan aumentou as suas vendas nos Estados Unidos, em muito graças aos pequenos utilitários com caris desportivo.
Em 1986 é lançada a Nissan Navara, aquela que viria a tornar-se numa das pick-up mais conhecidas do mercado.
Depois de alguns contratempos a Nissan começou a ter dificuldades financeiras o que a levou a fazer uma coligação com a Renault em 1999, passando a Renault a ter controlo de 36,8% da Nissan e por seu lado a Nissan a controlar 15% da Renault. Mais tarde, em 2002 a Renault aumentou o controlo para 44,4%. Com a nova liderança a Nissan passou de prejuízos para lucros enormes.
Em 2002 a Nissan e a Toyota fizeram um acordo para a produção de automóveis híbridos.

História: Subaru

sábado, 23 de outubro de 2010

A marca japonesa Subaru foi fundada pela FHI (Fuji Heavy Industries) em 1953. Mas a história da FHI remonta a 1917, fundada inicialmente com o nome The Aircraft Research Laboratory por Chikuhei Nakajima, um apaixonado pela aviação. Chikuhei Nakajima era o filho mais velho de um agricultor.
Em 1931 a empresa altera o seu nome para Nakajima Aircraft Company e alguns anos depois, com o início da II Guerra Mundial, passa a ser o principal fornecedor de aviões do Japão.
Em 1945 com o final da II Guerra Mundial, a empresa alteraria novamente o seu nome, agora para Fuji Sangyo. No ano seguinte, a Fuji Sangyo lançaria a sua primeira scooter com o motor Rabbit de 135 cc e 2 cv. Na construção do motor, recorreu-se às peças dos aviões de guerra.
Em 1950, devido a uma lei aprovada pelo governo japonês, a Fuji Sangyo seria dividida em 12 companhias mais pequenas. Em 1953 depois da fusão de algumas dessas companhias, seria fundada a FHI. Nos novos planos a FHI decidiu que deveria entrar no mercado automóvel, tendo para isso criado a Subaru.
Em 1954 é lançado o seu primeiro automóvel o Subaru P1, mais tarde viria a chamar-se Subaru 1500, devido à sua cilindrada.
Em 1968 a Nissan adquire 20% da FHI.
Em 1977 a Subaru aventura-se no mercado americano com o Subaru Brat, sendo o modelo bem aceite pelo mercado.
Em 1989 o Subaru Legacy bate o recorde de velocidade numa distância de 100.000 km, com uma velocidade média de 223 km/h. A Subaru viria a bater novos recordes de velocidade, recorrendo sempre a versões de série.
Em 1992 é lançado o Subaru Impresa, aquele que é o modelo mais conhecido da marca nipónica. O Subaru Impresa ao longo das suas diferentes gerações, viria a ser muito conhecido pelas suas versões desportivas, WRX e WRX STI, e também devido às suas prestações no rally. A versão WRX STI possui 2500 cc e 280 cv com um binário de 392 Nm.
Em 1999 a General Motors adquire os 20% da FHI que estavam em posse da Nissan, mas em 2005 a Toyota adquiria 8.7% da FHI pertencentes à GM.

História: Rover

quarta-feira, 14 de julho de 2010

A marca britânica Rover foi fundada em 1904 por John Kemp Starley e William Sutton. O início da Rover remonta a 1878, altura em que a Starley & Sutton Co. foi fundada. Em 1883 ela produz o seu primeiro triciclo e em 1885 cria a primeira bicicleta a utilizar duas rodas com as mesmas dimensões e uma corrente para ligação à roda traseira.
Em 1889 a companhia altera o seu nome para J. K. Starley & Co. e dois anos depois J. K. Starley morre. Em 1904 o nome é novamente alterado, agora para Rover Cycle Company, produzindo o seu primeiro automóvel nesse mesmo ano.
Com o início da I Guerra Mundial a Rover passou a produzir motociclos, voltando à produção de automóveis no final da guerra.
Com a aproximação daquela que viria a ser a II Guerra Mundial, o governo inglês construiu fábricas para a produção de veículos militares. A Rover ficou então encarregue de produzir motores para aviões, mas em 1942 o direito de produção seria vendido à Rolls-Royce.
Em 1948 a Rover funda a Land Rover com necessidade de produzir veículos todo-o-terreno.
Em 1950 a Rover lança um protótipo movido por uma turbina a gás, capaz de atingir uma velocidade de 140 km/h às 50.000 rpm. Mas o automóvel não entrou em produção devido enormes consumos.
Durante a década de 50 e 60 a Rover alcançou um bom volume de vendas, em grande parte pelo lançamento da Land Rover.
Em 1967 a Rover passa para o controlo da Leyland Motor Corporation e um ano depois, em 1968 une-se à BMC (Bristish Motor Corporation) para dar início à BL (British Leyland).
Em 1970 a Land Rover lança o Range Rover, o primeiro automóvel a combinar o conforto com o todo-o-terreno.
Em 1979 a BL assina um acordo com a Honda. Para a Honda esse acordo serviu como uma rampa de lançamento no mercado europeu, utilizando para isso a marca Rover. Por seu lado a Rover recorreu à Honda para apoio na produção de automóveis, sendo esse apoio mais notado pela inclusão de motores Honda nos automóveis Rover. O primeiro modelo a ser lançado sob este acordo seria o Rover 200.
Em 1982 é formado o Austin Rover Group, como a divisão automóvel da BL e em 1986 a BL altera o seu nome para Rover Group, passando a divisão automóvel a chamar-se Rover Cars. Mas dois anos depois, em 1988, a Rover é comprada pela British Aerospace.
A Rover viria a ser novamente comprada, agora pela BMW em 1994. Já sob o controlo da BMW, nasce o Rover 75, um carro luxuoso mas com um estilo retro. Devido a esse estilo o modelo foi um fracasso de vendas.
Em 2000 depois de enormes perdas financeiras com o grupo Rover, a BMW dividiu a Rover em três partes, a MINI que foi mantida pela BMW, a Land Rover que foi vendida à Ford e a MG e Rover que deram início ao MG Rover Group.
Em 2005 quando a companhia deixou de dar lucro foi vendida à NAG (Nanjing Automobile Group), uma empresa chinesa. Depois de dois anos sem produzir automóveis, a NAG anunciou a retoma da produção de automóveis do grupo MG Rover.

História: Opel

quarta-feira, 30 de junho de 2010

A marca alemã Opel foi fundada em 1862 por Adam Opel e  começou por produzir máquinas de costura e bicicletas, máquinas essas totalmente inovadoras para a época.
Em 1895 o fundador Adam Opel morre e o controlo da firma passa para os seus filhos.
No virar do século a Opel começa a produzir outra máquina inovadora: o automóvel. Para isso associou-se à Lutzmann. Depois de dois anos a trabalhar em parceria com Lutzmann, a Opel troca de parceiro e começa uma nova parceria com a marca francesa Darracq. A Opel passa então a lançar para o mercado, automóveis sob o nome Opel-Darracq.
Em 1906 a Opel começa a produzir automóveis da sua autoria, tendo lançado o Opel 4/8 cv em 1909, modelo que ficou conhecido como o Carro do Médico. O facto deste e outros modelos serem disponibilizados a um preço muito económico, foi em grande parte responsável por a Opel se tornar na maior produtora de automóveis da Alemanha em 1914.
Em 1924 a Opel introduziu a primeira linha de montagem da Alemanha, o que permitiu tornar os seus automóveis cada vez mais acessíveis ao público em geral.
Depois da crise financeira dos anos 20, a Opel associou-se à GM - General Motors - na tentativa de encontrar estabilidade. Em 1929 a GM adquiriu 80% da Opel, aumentando o seu controlo para 100% em 1931. O acordo com a GM permitiu à Opel a expansão para outros mercados.
A Opel passou a concentrar-se cada vez mais na produção automóvel, tendo vendido a produção de bicicletas à NSU em 1937.
Com o final da II Guerra Mundial a Opel retoma a produção de automóveis e recomeça a produzir em larga escala.
Nos anos 60 face à procura de modelos desportivos, a Opel lançou o Coupé GT um modelo com um comportamento mais dinâmico.
Com a crise petrolífera de 1973 a Opel viu-se obrigada a lançar novos modelos, tendo em vista um mercado com menores consumos de combustível e menores emissões para a atmosfera. Um desses novos modelos foi o Opel Corsa, lançado em 1982. Este tornou-se no modelo mais bem sucedido da Opel ao longo das suas diversas gerações. Em 1993 é lançada uma potente versão do Opel Corsa, o Opel Corsa 1.6 GSi 16v com 111 cv.
Ao longo dos anos a Opel sempre procurou melhorar a eficiência dos seus motores, para isso a Opel lançou em 2004 o Opel Vectra OPC 1.9 CDTI de 212 cv, o motor a Diesel com a melhor relação cilindrada/potência do mercado. Este modelo é capaz de alcançar os 100 km/h em apenas 6.5 segundos mantendo sempre consumos muito baixos.
A Opel passou a disponibilizar em praticamente todos os modelos, versões OPC (Opel Performance Center), sendo estas as suas versões mais desportivas. Sendo a mais recente o Opel Corsa OPC com um motor 1600 cc com 192 cv.

História: Matra

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Mécanique Avion TRAction ou Matra era, desde a década de 50, uma famosa empresa francesa com um vasto leque de actividades relacionadas principalmente à indústria aeronáutica e armamento, muito respeitada no seu segmento. No início dos anos 60 passava a fabricar carros com a ajuda de René Bonnet, um nome de destaque em carros desportivos e de corrida. A pequena firma passava a se chamar Matra Sports.
O nome de Matra foi primeiramente usado para carros de estrada com o Matra Djet, com motor da Renault.
O Djet foi substituído com o Matra 530, que tinha um motor do Ford Taunus V4.
A Matra também desenvolveu uma parceria próxima a Simca nos anos 70s, produzindo carros desportivos com motores Simca tais como o interessante desportivo de três lugares Bagheera, o Murena e o Rancho, um tipo inicial de SUV, que foi baseado na pick-up do Simca 1100. Este carro permaneceu em produção no anos 80s, após a aquisição da Simca pela Peugeot.
Em 1984 a Renault lançou a Matra Espace, um monovolume concebido na Chrysler do Reino Unido.
Foi projectado originalmente para a Chrysler em parceria com a Matra, o carro transformou-se num sucesso popular.
O projecto foi inicialmente oferecido á Talbot França para substituir o Rancho.
Quando a sua proposta foi recusada a Matra negociou um contracto com a Renault para o fornecimento de todas as peças mecanicas necessárias e a sua distribuição através da sua rede de concecionários.
Após o falhanço do Renault Avantime (projetado e construído pela Matra), em 27 de Fevereiro de 2003 Matra anunciou sua intenção fechar sua fábrica de automóveis em Romorantin.
Em Setembro de 2003, a Pininfarina SpA adquiriu a Matra Automobile’s Engineering, Testing and Prototype Businesses.
A companhia foi subseqüentemente chamada de Matra Automobile Engineering.

História: Lancia

domingo, 20 de junho de 2010

A marca italiana Lancia foi fundada em 1906 por Vincenzo Lancia, piloto de testes da FIAT e um dos mais rápidos pilotos da época, e Claudio Fogolin.
Os primeiros modelos da Lancia tinham a característica dos seus nomes fazerem referencia às letras do alfabeto grego.
A Lancia começou a destacar-se pelos seus automóveis leves e inovadores, tal como aconteceu com o Lancia Theta em 1913, o primeiro automóvel a incorporar um sistema eléctrico. Mas é em 1922 com o lançamento do modelo Lambda que a Lancia começou a ficar na boca do mundo. O Lancia Lambda ficou conhecido pelas suas inovações técnicas, tais como a suspensão independente e chassis monobloco.
Em 1937 a Lancia lança o Aprilia, um automóvel compacto de 4 portas cujo sucesso de deveu em grande parte ao preço competitivo. Nesse mesmo ano Vincenzo Lancia morre de ataque cardíaco.
Em 1951 é lançado o Lancia Aurélia GT, aquele que foi considerado o primeiro veículo de grande turismo, tornando-se num autêntico sucesso de vendas.
Em 1956 Juan Manuel Fangio sagrou-se campeão do mundo de Fórmula 1 ao volante de um Lancia D50 preparado pela Scuderia Ferrari.
A Lancia numa tentativa de produzir automóveis de elevada qualidade começou a ter problemas financeiros o que a levou a ser adquirida pela Fiat em 1969.
Em 1972 é lançado o Lancia Stratos HF um automóvel de linhas irreverentes, construído de raiz para a competição em Rally, tendo ganho o campeonato em 1974, 1975 e 1976. Pouco tempo depois o Lancia Stratos foi substituído pelo Fiat 131 Abarth no campeonato de rally.
Em 1974 é lançado o Lancia Delta, modelo que ficaria muito popularizado na sua versão HF Integrale, devido às vitórias conseguidas no WRC (World Rally Championship) de 1987 a 1992. O Lancia Delta HF Integrale tornou-se no modelo com mais vitórias alcançadas em Rally.
Em 1995 a Lancia começou a exportar os seus automóveis para os Estado Unidos.
Em 1996 é lançado o Lancia Y, um pequeno utilitário de linhas originais que veio substituir o Lancia Y10.
Em 2002 a Lancia lança o Thesis um modelo luxuoso de linhas retro.

História: Alfa Romeo

segunda-feira, 14 de junho de 2010

A marca italiana Alfa Romeo foi fundada em 1910, inicialmente com o nome de ALFA (Anonima Lombarda Fabbrica Automobili) por Ugo Stella e um grupo de investidores italianos, lançando o modelo 24 HP nesse mesmo ano.
Com o início da I Guerra Mundial a produção ficou paralisada durante três anos. Nicola Romeo assume a direcção da empresa em 1916 e converte a empresa numa fábrica bélica, ela produziu desde munições a peças para aviões. Com o fim da guerra Nicola Romeo assume o controlo total da empresa e retoma a produção de carros em 1919, mas é em 1920 que a marca se passa a chamar Alfa Romeo.
Em 1928 Nicola Romeo abandona a empresa depois de esta ter ido à falência, passando o controlo da empresa para o governo italiano. Depois de nova crise financeira o governo decide privatizar a Alfa Romeo vendendo-a à FIAT em 1986. É sob o controlo da FIAT que a Alfa Romeo perde parte da sua identidade, deixando a tradicional tracção traseira e motor longitudinal.
Desde 1910 até aos dias de hoje que a marca italiana Alfa Romeo sempre foi vista como uma marca que apresenta características inconfundíveis, tais como o som do motor as linhas italianas, entre outras. Automóveis como o Torpedo, o Spider (desenhado por Pininfarina), passando pelo Giulietta, ficaram na história pela sua elegância, tendo conquistado o imaginário dos amantes de carros. Na memória da Alfa Romeo ficam grandes personalidades como: Tazio Nuvolari, Ferrari, Fangio, Pininfarina, entre outros.

História: Volkswagen

terça-feira, 11 de maio de 2010

A marca alemã Volkswagen foi fundada em 1937 pela indústria automóvel alemã. Em 1934, Ferdinand Porsche foi encarregado de conceber um carro para o povo alemão. Tendo para isso criado o Carocha, um modelo com motor colocado atrás, tracção às rodas traseiras e refrigeração a ar. Este modelo foi um dos primeiros automóveis a ser criado com recurso a um túnel de vento.
Em 1938 é construída a fábrica da Volkswagen, mas com o início da II Guerra Mundial, a produção foi alterada para veículos militares.
Em 1948 é retomada a produção dos Carochas.
Em 1950 é laçada a Volkswagen Transporter, uma carrinha para transporte de mercadorias.
No início dos anos 50, a Volkswagen aventurou-se no mercado americano com o Volkswagen Carocha. Inicialmente o Carocha não foi bem recebido no mercado, mas rapidamente as suas vendas foram aumentando, em grande parte, devido à enorme publicidade feita.
Em 1972 o Volkswagen Carocha quebrou o recorde de unidades produzidas, anteriormente detido pelo Modelo T da Ford, vindo a produzir mais de 21 milhões de unidades.
Com a necessidade de substituir o Carocha, a Volkswagen comprou a Audi em 1964. A Audi já possuía um vasto conhecimento na produção de automóveis de tracção dianteira e motor com refrigeração a água. Através da Audi a Volkswagen procedeu à criação de novos Volkswagen: Polo, Golf e Passat.
Em 1973 é lançado a primeira geração do Volkswagen Passat, nada mais do que uma nova geração do Audi 80. Este modelo já trazia tracção dianteira e motor com refrigeração a água.
Em 1974 é lançado o Volkswagen Golf, modelo em grande parte responsável pelo sucesso da Volkswagen. O Volkswagen Golf, no conjunto de todas as versões foi o carro mais vendido em toda a Europa.
Em 1976 a Volkswagen lança o seu primeiro motor a Diesel.
Em 1985 é lançado o potente Volkswagen Polo G40, um coupé com 129 cv que atingia uma velocidade máxima de 218 km/h.
Em 1990 a Volkswagen adquire a SEAT e em 1991 a Skoda.
Na década de 90 a Audi coloca-se no patamar da BMW e Mercedes-Benz, passando a Volkswagen a ocupar o seu anterior espaço, deixando o novo espaço para a SEAT e Skoda.
Em 1997 a Volkswagen introduz a nova versão do Carocha, sendo ele baseado na tecnologia do Volkswagen Golf.
Em 1998 a Volkswagen adquire a marca de luxo Bentley e as marcas de super desportivos: Lamborghini e Bugatti.
Em 1998 é lançado o Volkswagen Lupo, um automóvel capaz de percorrer 1000 km com um depósito de 34 litros.
Em 2001 é lançado o W8, o primeiro Volkswagen com 8 cilindros e o Volkswagen Phaeton, o primeiro automóvel de luxo lançado pela Volkswagen.
Em 2002 é lançado o SUV Touareg, cujo chassis é partilhado com o Porsche Cayenne.
Em 2005 a Porsche depois de boatos que seria comprada pela Volkswagen, adquire 18.65% da Volkswagen aumentando para 30% em 2007.

História: Mercedes

domingo, 21 de março de 2010

A origem da marca alemã Mercedes-Benz data dos finais do séc. XIX. Tudo começou quando Gottlieb Daimler, no ano da sua morte, em conjunto com Wilhelm Maybach fundaram a DMG (Daimler-Motoren-Gesellschaft) em 1890, com o objectivo de produzirem o primeiro automóvel movido por um motor de combustão interna. Esse era também o objectivo de Karl Benz, que para isso havia fundado a sua empresa em 1883. O primeiro a atingir o objectivo foi Karl Benz, produzindo o primeiro verdadeiro automóvel em 1885.
Em 1899 Emil Jellinek, um cônsul austríaco apaixonado pelo desporto automóvel, começou a competir com um automóvel produzido pela DMG, utilizando como amuleto o nome da sua filha “Mercedes” pintado no automóvel. Impressionado com um acidente numa corrida de montanha, Emil Jellinek juntamente com Wilhelm Maybach conceberam um novo automóvel. Este possuía uma maior distância entre eixos, centro de gravidade mais baixo e maior potência. Confiante no seu sucesso, Emil Jellinek encomendou 36 viaturas do novo modelo, chegando a acordo com Wilhelm Maybach para baptizar o modelo com o nome Mercedes, mais tarde viria a chamar-se Mercedes 35 hp. Devido ao enorme sucesso do Mercedes 35 hp, todos os modelos produzidos pela DMG passaram a adoptar o nome Mercedes.
Com o início da marca em 1902, a Mercedes precisava de um logótipo, ao que os filhos de Gottlieb Daimler propuseram a adopção de uma estrela de três pontas, desenhada pelo seu pai, em alusão à terra, ar e água, local onde os motores Daimler poderiam ser utilizados. Ao logótipo seria adicionado um círculo exterior, sendo esta mudança proposta por Karl Benz em 1926, aquando da fusão das duas marcas: DMG e Benz & Cie, dando origem à Daimler-Benz.
Durante a II Guerra Mundial a Daimler-Benz foi uma importante produtora de veículos de combate para o exército alemão, recorrendo para isso ao trabalho dos prisioneiros de guerra. Com o fim da guerra, a Mercedes continuou a ser uma importante marca para a Alemanha, contribuindo para uma melhoria da economia alemã. Devido à situação económica a Mercedes viu-se obrigada a criar automóveis mais baratos, dividindo os modelos por classes.
A Mercedes lançou em 1954 o 300 SL, este Mercedes foi um sucesso devido às portas com abertura em asa e ao motor de 3000 cc com 215 cv, capaz de alcançar os 250 km/h.
A Mercedes sempre apostou na competição automóvel, mas em 1955 devido a um acidente com um Mercedes 300 SLR que causou a morte a 80 espectadores, levou a Mercedes a abandonar a competição por largos anos.
Em 1958 a Mercedes passou a disponibilizar as classes S e E.
A Mercedes apostando na segurança, começou a introduzir de série os pontos fixadores para o cinto de segurança. Anos mais tarde introduziria também o sistema de travões ABS, sendo uma das primeiras a o fazer.
Em 1994 a Mercedes alterou o esquema dos nomes dos modelos, passando a motorização a vir depois da classe.
A Mercedes é hoje em dia uma das principais marcas automóveis, produzindo desde automóveis a camiões.

História: Ford

A marca americana Ford foi fundada em 1903 por Henry Ford e um grupo de doze investidores. A Ford começou a produzir os seus modelos por ordem cronológica, desde o Modelo A de 1903 até ao Modelo S de 1908. Até esta altura, a Ford produzia os automóveis em pequenas quantidades numa fábrica alugada. Mas em 1908 com a mudança para uma nova fábrica, a Ford introduziu a primeira linha de montagem automóvel da história. Os modelos T começaram a ser produzidos em grande escala, de forma a diminuir o preço do automóvel. Os Ford Modelo T tinham a particularidade de serem todos de cor preta, devido à cor preta ser a que secava mais rapidamente.
Em 1914 a Ford, devido a uma eminente revolta dos funcionários, alterou as leis de trabalho na sua fábrica para aquelas que conhecemos hoje em dia.
Em 1919, Edsel Ford sucede ao seu pai na presidência da Ford, não deixando Henry Ford de pertencer à administração.
Em 1920 metade de todos automóveis nos Estados Unidos eram Modelos T.
Em 1928 é criado o logótipo oval com o nome Ford num fundo azul.
Com o início da II Guerra Mundial a Ford começou a produção em massa do bombardeiro B-24 Liberator, ocupando uma área de montagem de 330.000 m2. Em 1943 Edsel Ford morreu devido a um cancro no estômago. Pensa-se que causado pelo stress sentido na produção em massa do bombardeiro B-24 Liberator. Henry Ford foi então forçado a reassumir o controlo da Ford. Mas em 1947, Henry Ford morre e é substituído por Henry Ford II.
Em 1955 a Ford introduz o Ford Thunderbird e em 1958 introduz a marca Edsel, mas a marca foi um fracasso de vendas sendo substituída pelo Ford Falcon em 1960.
Em 1964 a Ford lança o Ford Mustang o segundo “pony car” a aparecer no mercado americano, depois do Chrysler Barracuda. Apesar de ter aparecido depois do Barracuda foi um sucesso de vendas. A partir de 1965 começam a surgir algumas versões mais desportivas dos Mustang, sendo o mais conhecido de todos, o Shelby Mustang GT500 de 1967.
Depois de uma tentativa falhada de comprar a Ferrari, a Ford criou o GT40 para competições GT, conseguindo alcançar quatro vitórias consecutivas nas 24h de Le Mans desde 1966 a 1969.
Em 1979 a Ford adquire 25% da Mazda, aumentando para 33.4% em 1996.
Em 1980 a Ford introduz a 3ª geração do Ford Escort, conseguindo o título de carro europeu do ano.
Em 1985 a Ford volta a introduzir uma nova marca no mercado, a Merkur, mas também ela não teve sorte sendo extinta em 1989.
Em 1990 a Ford adquire a marca britânica Jaguar e em 1993 a Aston Martin.
Em 1998 a Ford adquire a divisão automóvel da Volvo e nesse mesmo ano lança o Ford Focus. O Ford Focus tornou-se um dos modelos mais bem sucedidos da marca, possuindo versões desportivas como o Focus RS (edição limitada).
Em 2000 a Ford compra a Land Rover à BMW.
Em 2004 a Ford introduz o seu primeiro motor híbrido no SUV Ford Escape.
Em 2005 é lançada a nova geração do Ford Mustang.
Em 2007 a Ford vende a Aston Martin, mas mantêm parte do capital da marca.

História: Fiat

sábado, 20 de março de 2010

A marca italiana FIAT (Fabbrica Italiana Automobili Torino) foi fundada em 1899 por Giovanni Agnelli e um grupo de investidores.
Em 1903 a FIAT produz o seu primeiro camião e em 1908 aventura-se no mercado americano. Por essa altura, a FIAT começa a tornar-se popular na Europa, em grande parte devido à utilização dos seus automóveis como táxis.
Em 1910 a FIAT passa a ser a maior marca automóvel da Itália, estatuto que possui até aos dias de hoje.
Com a chegada da I Guerra Mundial em 1917, a FIAT passa a produzir armamento e veículos de combate para os aliados.
Nos anos 20 a FIAT já controlava 80% do mercado italiano.
Com o início da II Guerra Mundial a FIAT passou a produzir armamento para o exército italiano e mais tarde para o exército alemão. Nessa altura a FIAT produziu desde aviões a metralhadoras.
Em 1945, Giovanni Agnelli morre e a sua família é afastada do controlo da FIAT, devido às ligações com o governo de Mussolini. O controlo da FIAT só regressaria à família em 1966 quando Gianni Agnelli, neto de Giovanni Agnelli, passaria a ser o presidente da FIAT. Com a chegada do novo presidente a FIAT viu a sua estrutura ser completamente reestruturada. Gianni Agnelli dividiu a empresa em áreas distintas, sendo as principais áreas: a produção de automóveis e a de produção de camiões e tractores.
Em 1968 a FIAT passa a controlar 49% da Citroën, mas isso só duraria até 1978, altura em que a FIAT devolvia a sua parte à Citroën, devido à má fase que esta estava a atravessar.
Em 1969 a FIAT adquire parte das marcas italianas: Ferrari e Lancia.
Em 1979 a FIAT atinge as vendas mais elevadas de sempre nos Estados Unidos, devido à crise petrolífera. Mas em 1981 com a descida do preço do petróleo os americanos voltariam a optar pelos carros de grande porte. Devido à grande queda nas vendas, a FIAT e Lancia optaram por abandonar o mercado americano em 1984.
Em 1986 a FIAT adquire a Alfa Romeo ao governo italiano.
Em 1993 a FIAT adquire a Maserati e mais tarde em 1997 vende 50% da Maserati à Ferrari.
As vendas da FIAT vinham a decrescer e prova disso era que em 1998 a FIAT já só possuía controle de 41% do mercado ao invés dos 62% registados em 1984. Como estratégia da FIAT para alcançar uma maior estabilidade, em 2000 a FIAT faz um acordo com a General Motors, em que a GM adquiriu parte da FIAT. Mas este acordo só durou até 2005 altura em que a GM desistiu da compra.

História: Renault

quinta-feira, 18 de março de 2010

A marca francesa Renault foi fundada em 1898 por Louis Renault e os seus irmãos Marcel e Fernand. Os irmãos Renault começaram a apostar desde cedo na competição automóvel, ingressando nas provas inter-cidades. Mas esta aposta viria a ser trágica para a Renault com a morte de Marcel Renault em 1903, na prova Paris-Madrid.
A partir de 1906, Louis Renault assume o controlo total da Renault com a saída do seu irmão Fernand.
Com a chegada da I Guerra Mundial a Renault começou a produzir diferentes tipos de veículos para os aliados, tais como aviões e tanques.
Com o final da guerra começaram a aparecer automóveis pequenos e mais baratos. A Renault passou então a oferecer uma vasta gama de modelos, deixando de produzir apenas automóveis de luxo.
Depois da ocupação da França pela Alemanha, durante a II Guerra Mundial, a Renault passou a produzir camiões para o exército alemão. Com o final da guerra Louis Renault foi preso e pouco tempo depois morreu na sua cela antes do julgamento. Com a morte do seu fundador, a Renault passou para o controlo público.
Por esta altura a Renault estava a atravessar uma crise financeira, por isso, necessitou de começar a produzir automóveis mais pequenos. Em 1946 a Renault lança o modelo 4CV, este modelo conseguiu trazer alguma estabilidade à marca.
Em 1956 a Renault cria a divisão de camiões.
Em 1961 é lançado o Renault 4L, aquele que é o modelo mais conhecido de todos tempos da Renault. O Renault 4L foi um autêntico sucesso de vendas continuando em produção até 1993.
Em 1972 nasce outro ícone da Renault, o Renault 5 que viria a ser substituído pelo Super5 em 1985. Nesse mesmo ano saiu a versão GT Turbo, uma versão que fez muito sucesso em Portugal.
Apesar de um bom volume de vendas e resultados aceitáveis em competição, a Renault estava a dar prejuízo. Por isso o governo francês interveio, substituindo o presidente da Renault em 1984. A Renault foi alvo de enormes cortes financeiros incluindo o abandono da competição automóvel.
Nos anos 90 a Renault começou a revitalizar a sua gama de modelos, lançando novas versões e modelos.
Em 1996 a Renault é privatizada.
Em 1999 a Renault forma uma aliança com a Nissan adquirindo 36.8% da marca e aumentando o seu interesse para 44.4% em 2002. Por seu lado a Nissan também adquiriu 15% da Renault.
A Renault entrou no novo milénio com ideias inovadoras, para isso lançou a nova geração do Renault Laguna em 2000. O Laguna possuía tecnologia inovadora, como era o caso do cartão magnético para abertura das portas. Este foi também o primeiro Renault a alcançar 5 estrelas no teste EuroNCAP.
Em 2001 é lançada a versão super desportiva do Renault Clio II, o Clio V6. Este modelo foi baseado no antigo Renault 5 Turbo que possuía o motor na zona dos bancos traseiros. O Renault Clio V6 possuía um motor V6 24v com 3000 cc e 230 cv, sendo aumentado para 255 cv em 2003 com a introdução da nova geração.
Em 2001 a divisão de camiões da Renault é vendida à Volvo.
Em 2002 é lançado a nova geração do Renault Mégane, um modelo com linhas inovadoras. Mas apesar da sua extravagância o Mégane acabou por ser um sucesso de vendas, em muito graças à sua tecnologia.

História: Audi

terça-feira, 16 de março de 2010

No final do século XIX, August Horch graduado em metalomecânica, deu início à construção de automóveis dando origem à marca Alemã Horch na primavera de 1899, em Zwickau.
A um ritmo alucinante a Horch produziu cinco modelos diferentes, até 1909, ano em que Horch abandonou o projecto ao qual havia emprestado o seu nome.
Contornando os problemas de uma forma elegante, Horch criou uma nova marca utilizando o seu nome traduzido em latim: Audi (Horch significa escuta).
Mais tarde em 1932 a Audi viria a integrar a Auto Union composta pela Audi, Horch, DKW e Wanderer. A Auto Union utilizava como logótipo os quatro anéis interligados, como símbolo da junção das quatro marcas. As fábricas da Auto Union seriam bombardeadas no decorrer da II Guerra Mundial, ficando parcialmente destruídas.
Em 1958 a marca Daimler-Benz adquiriu a Auto Union tendo-a vendido mais tarde à Volkswagen, em 1964. A Volkswagen adoptou apenas o nome Audi mantendo como seu logótipo os anéis interligados da Auto Union. Sob o seu controlo a Audi lançaria os modelos 100, 80 e 50 (viria a tornar-se no Volkswagen Polo). Em 1980 a Audi apostaria num novo sistema, um sistema de tracção integral aplicando-a no modelo Quattro. Este viria a ser o primeiro modelo de tracção integral a ser produzido em larga escala.
A partir de 1987 começou a haver uma diminuição nas vendas, para isso contribuiu em grande parte uma reportagem do programa de televisão americana: 60 Minutos. A reportagem afirmava que os modelos Audi podiam levar a uma aceleração não intencional, isto devia-se à proximidade dos pedais de travagem e aceleração. Isto na Europa não se revelou um problema, visto que sempre se utilizaram mudanças manuais ao contrário dos Estados Unidos que possuem normalmente mudanças automáticas e por isso apenas dois pedais.
As vendas da Audi apenas começaram a melhorar em 1996 com o lançamento do A4 e com consequente lançamento das séries A4/6/8 desenvolvidos em parceria com a Volkswagen.

História: Seat

domingo, 14 de março de 2010

A marca espanhola SEAT (Sociedad Española de Automóviles de Turismo) foi fundada em 1950 pelo INI (Instituto Nacional de Industria). O INI foi formado por uma parceria entre um grupo de cinco bancos espanhóis e pela FIAT.
Em 1953 é inaugurada a fábrica da SEAT e nesse mesmo ano é lançado o SEAT 1400, nada mais que um FIAT 1400 modificado. As peças utilizadas pela SEAT eram todas produzidas pela FIAT, sendo depois montadas nas instalações da SEAT e recebendo o seu logótipo.
Em 1957 é lançado um dos automóveis mais importantes na história da Espanha: o SEAT 600 (baseado no FIAT 600), começando com ele a produção em massa de automóveis.
Em 1965 é lançado o SEAT 1500 que veio substituir o SEAT 1400.
Em 1968 a SEAT atinge o número 1 milhão de vendas.
Em 1981 a FIAT cancelou o contrato que mantinha com a SEAT, devido às enormes perdas financeiras que a SEAT apresentara. A partir desta data a SEAT não podia mais produzir automóveis baseados nos modelos da FIAT. Depois disto, a SEAT chegou a um acordo com a Volkswagen para esta adquirir a SEAT. Em 1982 a Volkswagen chega a acordo com a SEAT e em 1986 passa a adquirir 75% da SEAT. Com este acordo a SEAT começou a exportar pela primeira vez para a Europa.
Em 1984 é lançada a 1ª geração do SEAT Ibiza.
A SEAT voltaria a dar lucro em 1989, construindo nesse ano uma nova fábrica em Martorell, uma fábrica com capacidade de produção de 1500 carros por dia.
Em 1990 a Volkswagen passa a ter o controlo total da SEAT e em 1991 é lançado o SEAT Toledo, o primeiro automóvel a ser produzido sob o domínio da Volkswagen.
Em 1997 é lançado a 2ª geração do SEAT Ibiza, conseguindo esta versão alcançar um enorme sucesso de vendas.
Em 1999 a SEAT regressa ao principal segmento europeu com o SEAT Leon, lançando em 2001 a versão super desportiva: Leon Cupra R. Este modelo possuía um motor com 1800 cc e 207 cv.
Em 2002 a SEAT deixa de ser controlada pela Volkswagen e passa a ser controlada pela Audi. Nesse ano a SEAT lança a 3ª geração do Ibiza, apresentando esta geração uma viragem nas linhas da marca. Em 2004 é introduzido o Ibiza Cupra, uma versão com um motor TDI de 1900 cc e 160 cv.
Em 2005 é lançada a nova geração do SEAT Leon.